As 48 Leis do Poder

Livro “As 48 Leis do Poder”

Comecei a ler o livro “As 48 Leis do Poder” de Robert Greene e Joost Elffers. Minha professora tinha falado na Pós-Graduação sobre ele e fiquei interessada. Lendo comecei a ficar assustada. Comentei com ela e me disse para ler com calma e não deixar de apontar minhas críticas e que também não precisamos aplicar as leis, mas o importante é saber que elas existem e que há pessoas que colocam em prática.

Mas atenção, não façam destas linhas a BÍBLIA para o vosso sucesso pessoal.

Crítica ao Livro – Por Diogo Raphael Simione

O livro contém idéias valiosas que possivelmente serão úteis para aqueles que almejam o poder.

O autor, cuidadosamente detalha os acontecimentos, as teorias e práticas do poder, passando por toda história da humanidade. Este trabalho de pesquisa objetivamente descreve as leis em sua pura essência.

O escritor também procura sintetizar as filosofias de Maquiavel, Sun-Tzu, Carl von Clausewitz e outros grandes pensadores.

As leis são extraídas de escritos de homens e mulheres que estudaram e dominaram a arte do poder. Estes escritos, nas palavras do autor, “se estendem a um período de mais de 300 anos atrás e foram feitos por civilizações tão diferentes como a antiga China e a Itália da Renascença, não obstante, elas compartilham histórias e temas semelhantes”.

Uma leitura completa do livro irá leva-lo a uma reflexão e reavaliação do passado, presente e futuro.

O livro, na realidade, não estabelece um limite para o poder absoluto, porém aqueles que o buscarem sabem que as consequências disto poderá leva-lo tanto ao céus quanto ao inferno.

É um livro recomendado para todos, porém estudantes e políticos se darão melhor com a leitura. As estratégias para a obtenção do poder que são demonstradas no livro, são passíveis de serem executadas por todos.

Fonte: artigonal.com

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As 48 Leis do Poder

Não confie demais nos amigos, aprenda a usar os inimigos.

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OBRIGADA,

MARINA GOMES
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LEI 2 – Cautela com os amigos – eles o trairão mais rapidamente, pois são com mais facilidade levados à inveja. Eles também se tornam mimados e tirânicos. Mas contrate um ex-inimigo e ele lhe será mais fiel do que um amigo, porque tem mais a provar. De fato, você tem mais o que temer por parte dos amigos do que dos inimigos. Se você não tem inimigos, descubra um jeito de tê-los.

É natural querer empregar os amigos quando você mesmo está passando por dificuldades. Além do mais você os conhece, então pra que depender de um estranho se você tem um amigo à mão? O problema é que nem sempre se conhece o amigo quanto se imagina.

Quando você decide contratar um amigo aos poucos vai descobrindo as qualidades que ele(a) estava escondendo. Curiosamente é seu ato de bondade que desequilibra tudo. E afinal, quando se contrata um amigo na maioria das vezes é porque é um amigo, não necessariamente porque merece. O dano vai surgindo aos poucos, um pouco mais de honestidade, lampejos de inveja e ressentimento aqui e ali e antes que você perceba a amizade se foi.

Guarde os amigos para a amizade, mas para o trabalho prefira os capazes e competentes.

Agora se possui inimigos, sempre que possível, faça as pazes e insista em colocá-lo a seu serviço, pois esses são uma mina de ouro que você deve explorar, os inimigos têm muito a provar.  Você destrói um inimigo quando faz dele um amigo.

Finalmente, o problema de trabalhar com amigos é que isso confunde os limites e as distâncias que o trabalho exige, porém em algumas ocasiões um amigo pode ser muito eficaz desde que ambos compreendam os perigos envolvidos. Fique sempre atento a qualquer sinal de perturbação emocional, tal como inveja e ingratidão. Nada é estável no reino do poder, e mesmo os amigos mais chegados podem se tornar os piores inimigos.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.

As 48 Leis do Poder

Não ofusque o brilho do mestre.

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LEI 1 – Faça sempre com que as pessoas acima de você se sintam confortavelmente superiores. Querendo agradar ou impressionar, não exagere exibindo seus próprios talentos ou poderá conseguir o contrário – inspirar medo e insegurança. Faça com que seus mestres pareçam mais brilhantes do que são na realidade e você alcançará a ápice do poder.

É de se esperar que as pessoas ao seu redor sintam-se ameaçadas e inseguras quando você começa a expor seus talentos, porém isso não deve tornar-se uma preocupação, você não pode passar a vida preocupando-se com os sentimentos dos outros. Mas quando é alguém acima de você então deve tomar outra abordagem, tratando-se de poder, brilhar mais do que o mestre talvez seja um grande erro.  É comum e uma falha pensar que você estará agradando o mestre exibindo os seus dons e talentos. Ele pode até fingir apreço, mas na primeira oportunidade irá te substituir por alguém menos brilhante, menos ameaçador. Claro que ele nunca irá admitir a verdade, mas arranjará uma desculpa para livrar-se da sua presença.

Mas você pode brilhar mais do que ele sendo apenas você mesmo e mantendo o charme e a graça. A lição é simples: se não for possível evitar ser charmoso e superior, você deve aprender a evitar essas pessoas vaidosas. É isso, ou descobrir um jeito de apagar as suas boas qualidades quando estiver na companhia do mestre.

Lembre-se do seguinte: não considere garantida a sua posição e jamais deixe que um favor recebido lhe suba à cabeça.

Esta é uma lição que as estrelas do céu nos ensinam – elas podem ser aparentadas com o sol, e tão brilhante quanto ele, mas nunca aparecem em sua companhia. (Baltasar Gracián, 1601-1658).

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.