Recursos Humanos

Você em primeiro plano!

Para o americano Tony Santora, vice-presidente da Consultoria Right Management, as empresas terão de aprender a lidar com mais uma demanda: a vontade pessoal dos funcionários. Só assim vão reter seus talentos.

Os líderes têm de estimular o crescimento dos jovens, seja atribuindo novas funções, seja indicando-os para programas de desenvolvimento.

O ambiente de négocio será cada vez mais colaborativo e os líderes se tornarão peças fundamentais para unir os valores pessoais dos funcionários à cultura da empresa.

Para a próxima geração de líderes, as seguintes competências serão fundamentais: adaptabilidade cultural, espírito inovador, desenvoltura para transitar globalmente, perspicácia financeira, facilidade para se comunicar e, finalmente, habilidade para tomar decisões estrátegicas com rapidez.

O que atraí o funcionário hoje é o saber que existe a possibilidade de desenvolvimento e crescimento.

Gestores que se dedicam a compreender o que é mais importante para cada integrante do seu time, conseguem fazer com que todos entreguem resultados e se sintam reconhecidos pelo trabalho que realizam.

Fonte: Revista você s/a de setembro 2010.

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Motivação

Motivar? Será!?

É, tem dia que não dá né…

Sabe aqueles dias que se você pudesse sairia correndo, gritando, buscando liberdade e uma praia? rs… então…

Fico pensando nas táticas que as empresas usam para reter funcionários, acho legal, mas tem o outro lado da moeda, ou seja, empresas que usam algumas táticas para desmotivar funcionários. E acho isso horrível. Me doí saber que estou estudando sobre minha área e tentando ser melhor enquanto existem milhões de pessoas dando passos pra trás.

Vocês conseguem acreditar que existem “líderes” que desmotivam os funcionários de propósito? Pois é…

Agora você deve estar pensando porque esses “líderes” fazem isso!? Eu tenho algumas idéias… Acredito que o principal motivo é que a empresa não quer mais os seus serviços ou tá de saco cheio de você, não porque você seja um mau profissional, mas porque você é bom demais pra estar ali, só pode ser isso.

Conheço alguns casos onde a empresa faz de tudo pra você pedir demissão e você começa a ver funcionários chorando pelos cantos e pedindo socorro, querendo sair da empresa e não ter pra onde ir… Daí começa a procurar outro emprego e no emprego atual sofre mais ainda por conta disso. Afinal, se você está procurando emprego, uma hora você vai cair fora, porque não acelerar esse processo?

Enfim, é só um desabafo! Pessoas sempre irão nos julgar por coisas que escrevemos e que falamos, mas eu como uma pessoa que trabalha com pessoas me sinto na obrigação de gritar que as coisas precisam melhorar.

Ou a geração Y vai tomar conta do mercado ou os X vão passar a vida deles entrando em confronto e tentando demitir os mais novos.

Lembrei de uma amiga que passou por situações desse tipo e claro teve que pedir demissão, mas fico feliz, muito feliz em saber que hoje ela está bem e feliz no trabalho atual.

Não acho certo empresas usar pessoas, achar que somos um produto e na hora que não servir mais da um jeito de jogar fora. É bem mais fácil abrir o jogo e mostrar a situação da empresa e no mínimo mandar a pessoa embora de cabeça erguida, nunca se sabe o dia que você vai precisar de um profissional e é claro nunca se sabe quando iremos precisar de uma empresa, mas melhor que ficar acabando com o estado emocional do funcionário é ser sincero e fazer as coisas certas.

A empresa não vai a falência em mandar um funcionário embora mas o funcionário perde muita coisa se pedir demissão.

Enfim, mais uma vez, rs… não acabem com a qualidade de vida de seus funcionários, uma hora é claro eles não vão aguentar e vai sair da empresa, mas a consciência pesada será de vocês!

Como diria meu professor Homero: TRISTEEEEEEEEEEEE!!!!

Geração Y

Gerações.

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OBRIGADA,

MARINA GOMES
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Baby boomers (1946-1965)

– Como precisava produzir para recuperar a economia no pós-guerra, valoriza o trabalho;
– É apegada a formalidades e valoriza a disciplina;
– Dá importância a níveis hierárquicos, tanto no trabalho como na família;

Geração X (1966-1978/80)

– Por sofrer com a competitividade global, trabalha mais que os baby boomers;
– É a geração que começa a ter contato com a tecnologia no ambiente de trabalho;
– O trabalho em excesso acaba provocando um desequilíbrio entre família e carreira;

Geração Y (1978/80 – 1990/95)

– Tem afinidade com a tecnologia; vive conectada com seus grupos;
– Tem necessidade de feedback (avaliação) constante dos chefes;
– Valoriza a juventude, a busca pelo prazer e o culto ao corpo;
– Quer crescer rápido na carreira, mas também busca qualidade de vida;
– Veste a própria camisa, e não a da empresa;
– É capaz de executar muitas tarefas ao mesmo tempo. É avesso a responsabilidades;

Geração Z (1990/95 – hoje)

– Dá pouca importância aos valores tradicionais da sociedade;
– Apelidada de ‘gamer’, é ainda mais conectada e acelerada que a Y;
– Por ter mais facilidade e rapidez no acesso à informação, é menos propenso à reflexão;

Fonte: estadao.com.br

Geração Y

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Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.

Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

Todos nós temos um pouco dessa geração Y, porém os jovens a aderem com muito mais fervor.  Queremos que as coisas aconteçam rápido, queremos resultados, queremos feedback, queremos ganhar dinheiro, queremos reconhecimento, entre inumeras outras coisas.

Algo bastante comum que venho observando e que faz parte realmente do pessoal mais jovem é a “rebeldia” no trabalho, por incrivel que pareça.

Se eles pularem de um emprego pro outro até conseguirem o que querem, baterem a porta quando não são reconhecidos, enfrentar pessoas, sendo colegas de trabalho ou mesmo os chefes apenas para dar sua opinião, não é de se assustar pois essas atitudes já estão se tornando comum. Mas não quer dizer que são pessoas revoltadas e sim que estão buscando o seu melhor.

São inteiramente ligados a comunicação, seja pelo celular, internet ou qualquer outra ferramenta que venha a surgir.

A auto-realização fala alto para essas pessoas, querem tudo e tudo ao mesmo tempo, fazem de tudo e tudo ao mesmo tempo. Conseguem falar ao telefone, no msn, twitter e ainda acenar para a pessoa que esta passando e é claro “tudo ao mesmo tempo”.

São bem informados, questionadores, são ansiosos e desafiam lideranças.

Com sede de subir na carreira hoje 18% dos jovens já ocupam cargo de gestão. Apreciam o diálogo aberto, escolhem trabalhar nas empresas que estão de acordo com seus valores pessoais.

A  Geração Y  têm uma necessidade muito grande de receber feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Pois esse feedback recente acalma a ansiedade que mora nessas pessoas, pois precisam saber como estão indo e são movidos a elogios.

Respostas como “porque não e porque sim” não funcionam pra eles, querem explicações claras, precisam encontrar sentido nas coisas que estão fazendo e não apenas fazer porque o mandaram. Os gestores têm que oferecer sentido ou acabam perdendo o funcionário ou até ficam com ele, mas o estraga, ele perde a motivação.

São totalmente responsáveis, tanto no trabalho como no pessoal, se preocupam em entregar aquele projeto que ficou de fazer e se preocupam com a namorada que esta em casa doente, e ele vai dar um jeito de resolver as duas coisas. São pessoas alegres, então não se espante se a empresa estiver passando por maus momentos e ele continuar sereno, mas não quer dizer que não esteja preocupado.

Essas pessoas adoram participar de projetos e de estar envolvidos nos assuntos da empresa, terão mais motivação se esses projetos tiverem começo, meio e fim e resultados palpáveis.

Pra eles o salário é para pagar contas, gostam mesmo é de bonificações para que possam gastar com outras coisas fora de seu orçamento.

Não costumam respeitar muito as normas, principalmente normas que são burras e não geram resultado nenhum, querem mesmo é ter liberdade pra fazer as coisas acontecerem. Subordina-se a vínculos e não a cargos, são ótimos profissionais, respeitam a empresa e gostam de ser respeitados.

Vocês devem estar pensando, porque devo ter um desses na minha empresa?

Porque você não tem saída, eles estão por todo lado, e são eles que irão cuidar da sua empresa, do seu país lá na frente. E são pessoas que aprendem e exercem as funções com facilidade e alta performance.

A geração Y está aí e basta você (gestor, líder, empreendedor) que nasceu antes dos anos 80 saber lidar com ela e se beneficiar.

Ótimo FDS!!!