Artigos Complementares

Máximas da Negociação.

Diante qualquer situação de negociação existem algumas máximas que são consideradas primordiais se você quer atingir bons resultados.
Aqui apoiamos sempre a técnica “ganha-ganha”, onde os dois lados saem satisfeitos de uma negociação.

Essas são as máximas utilizadas no mundo dos negócios:

-Negociar é uma arte;

-Estamos constantemente negociando;

-Bons negociadores desenvolvem Networking;

-Quem não é visto, não é lembrado;

-Bons negociadores formam equipes/são bons líderes;

-Cuidado com a rotina;

-Um bom negociador decide;

-Um bom negociador é bom observador;

-O êxito da negociação depende da sua preparação;

-Saiba ouvir mais do que falar;

-A pressa é inimiga da negociação;

-Bons negociadores formam vínculos;

-Bons negociadores sabem fazer perguntas; (Não dirigidas)

-Bons negociadores desenvolvem a sua audição ativa;

-Contra fatos não há argumentos;

-Nunca de nada de graça;

-O que é combinado não sai caro; (Formalize)

Fonte: Prof. Homero Salvador Amato – Aula de Pós-Graduação em Métodos e Técnicas de Negociação.

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Motivação

Não vou me adaptar.

Quando eu estava no curso de didática e prática para o ensino superior houve uma apresentação, de uma de nossas colegas, sobre um treinamento de equipes, que dizia bastante sobre adaptação.

Estava pensando sobre isso e acho que não quero me adaptar, não quero me adaptar a nada, pois tudo tem a possibilidade de melhorar, tudo esta em movimento e em constante mudança.

Então, estarei sempre na busca de aperfeiçoar o que me for confiado. Sejam tarefas diárias no trabalho ou até mesmo coisas da vida pessoal, que se pararmos para analisar cada uma delas, iremos encontrar meios para fazer melhor.

Sei que falando parece ser fácil e na prática talvez seja mais difícil, pois temos a mania de ficar na zona de conforto, e para algumas pessoas quanto menos modificação melhor, quanto mais rápido você se adaptar a um emprego novo, melhor ainda. Mas pense bem, e analise, é muito mais gostoso e motivador querer não se adaptar.

Quando a gente se adapta a alguma coisa e os anos vão passando, você não sente aquela vontade de curtir a adrenalina do começo de tudo? Pois é… então, antes disso acontecer, pense assim: Não vou me adaptar a isso, não vou me acomodar, vou modificar!

E faça de cada dia um novo começo!

Não Vou Me Adaptar – Titãs
Composição: Arnaldo Antunes

Eu não caibo mais
Nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais
A casa de alegria
Os anos se passaram
Enquanto eu dormia
E quem eu queria bem
Me esquecia…

Será que eu falei
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar…

Eu não tenho mais
A cara que eu tinha
No espelho essa cara
Não é minha
Mas é que quando
Eu me toquei
Achei tão estranho
A minha barba estava
Desse tamanho…

Será que eu falei
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar…

Não vou!
Me adaptar! Me adaptar!

Recursos Humanos

Home Office.

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Ah! Como eu gostaria de trabalhar em casa…
Estava lendo sobre o assunto e resolvi escrever algumas coisas porque acredito ser o sonho de todos, né?!
Nada como comer bem, pois esse é um ponto, nada como ter tempo para trocar idéia com a família, buscar os filhos na escola, entre outras coisas. Ou seja, menos stress, nada de enfrentar trânsito…
Esse é o sonho de muitos profissionais e tem se mostrado cada vez mais uma tendência para o mercado.
Mas a pergunta é: a empresa em que você trabalha adotaria essa questão? Para algumas organizaçãoes isso ainda é um absurdo e para outras é um ganho a mais, aumento de produtividade, criatividade e comprometimento estão entre os principais benefícios apontados por líderes de equipes.
Existem aqueles colaboradores que precisam ser cobrados pelos líderes constantemente, esses por sua vez, não tem perfil para trabalhar em casa, mas pode adquirir com força de vontade, disciplina, cumprimento de prazos, além de gerenciar sua produção.
Para as empresas que tem receio de adotar essa nova tendência por conta das leis trabalhistas digo que as leis para os trabalhadores home office são exatamente as mesmas das aplicadas a um colaborador “comum”. A única exceção é a concessão do vale transporte que, por motivos óbvios, torna-se desnecessária.
Interessante é colocar no contrato a obrigatoriedade de reuniões periódicas no escritório para cobrar resultados e alinhamento da equipe. Nesses casos, o ônus do deslocamento até o local é arcado pela empresa.
Claro que essa mudança do escritório para casa deve ser gradativa, não precisa ser totalmente radical. A empresa têm de estar bem preparada e os funcionários também. Deve-se implantar sistemas de avaliação, comunicação direta e supervisão.
Trabalhar em home office não é apenas estar em um lugar agradável, é a economia que isso gera. Afinal, se o colaborador gerenciar bem seu tempo, a empresa ganha em produtividade e tem menores custos, o que interfere diretamente na lucratividade.
Além do mais para aqueles que já trabalham em casa esse é o melhor de todos os mundos: flexibilidade, conveniência e controle sobre a própria vida.
Sem ônibus lotados, fumaça, trânsito e engarrafamentos. Um ambiente sem tantas interrupções. Enfim, qualidade de vida!
Se o seu funcionário tem perfil para aderir a esse modo de vida, então por que não permitir que ele trabalhe em casa?
As vantagens para a empresa giram em torno de aumento da concentração, autonomia, criatividade e resultados.
Para aqueles que já estão ou querem chegar nesse mundo faça de seu trabalho sua verdadeira realização profissional, sua paixão, não uma saída para não fazer nada.

Geração Y

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Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.

Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

Todos nós temos um pouco dessa geração Y, porém os jovens a aderem com muito mais fervor.  Queremos que as coisas aconteçam rápido, queremos resultados, queremos feedback, queremos ganhar dinheiro, queremos reconhecimento, entre inumeras outras coisas.

Algo bastante comum que venho observando e que faz parte realmente do pessoal mais jovem é a “rebeldia” no trabalho, por incrivel que pareça.

Se eles pularem de um emprego pro outro até conseguirem o que querem, baterem a porta quando não são reconhecidos, enfrentar pessoas, sendo colegas de trabalho ou mesmo os chefes apenas para dar sua opinião, não é de se assustar pois essas atitudes já estão se tornando comum. Mas não quer dizer que são pessoas revoltadas e sim que estão buscando o seu melhor.

São inteiramente ligados a comunicação, seja pelo celular, internet ou qualquer outra ferramenta que venha a surgir.

A auto-realização fala alto para essas pessoas, querem tudo e tudo ao mesmo tempo, fazem de tudo e tudo ao mesmo tempo. Conseguem falar ao telefone, no msn, twitter e ainda acenar para a pessoa que esta passando e é claro “tudo ao mesmo tempo”.

São bem informados, questionadores, são ansiosos e desafiam lideranças.

Com sede de subir na carreira hoje 18% dos jovens já ocupam cargo de gestão. Apreciam o diálogo aberto, escolhem trabalhar nas empresas que estão de acordo com seus valores pessoais.

A  Geração Y  têm uma necessidade muito grande de receber feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Pois esse feedback recente acalma a ansiedade que mora nessas pessoas, pois precisam saber como estão indo e são movidos a elogios.

Respostas como “porque não e porque sim” não funcionam pra eles, querem explicações claras, precisam encontrar sentido nas coisas que estão fazendo e não apenas fazer porque o mandaram. Os gestores têm que oferecer sentido ou acabam perdendo o funcionário ou até ficam com ele, mas o estraga, ele perde a motivação.

São totalmente responsáveis, tanto no trabalho como no pessoal, se preocupam em entregar aquele projeto que ficou de fazer e se preocupam com a namorada que esta em casa doente, e ele vai dar um jeito de resolver as duas coisas. São pessoas alegres, então não se espante se a empresa estiver passando por maus momentos e ele continuar sereno, mas não quer dizer que não esteja preocupado.

Essas pessoas adoram participar de projetos e de estar envolvidos nos assuntos da empresa, terão mais motivação se esses projetos tiverem começo, meio e fim e resultados palpáveis.

Pra eles o salário é para pagar contas, gostam mesmo é de bonificações para que possam gastar com outras coisas fora de seu orçamento.

Não costumam respeitar muito as normas, principalmente normas que são burras e não geram resultado nenhum, querem mesmo é ter liberdade pra fazer as coisas acontecerem. Subordina-se a vínculos e não a cargos, são ótimos profissionais, respeitam a empresa e gostam de ser respeitados.

Vocês devem estar pensando, porque devo ter um desses na minha empresa?

Porque você não tem saída, eles estão por todo lado, e são eles que irão cuidar da sua empresa, do seu país lá na frente. E são pessoas que aprendem e exercem as funções com facilidade e alta performance.

A geração Y está aí e basta você (gestor, líder, empreendedor) que nasceu antes dos anos 80 saber lidar com ela e se beneficiar.

Ótimo FDS!!!

Departamento Pessoal

Treinamento DP – Consultoria.

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Olá!

Teve um ano na empresa em que trabalho que desenvolvemos treinamentos referente às atividades de cada área para transmitir aos funcionários da empresa e tirar dúvidas.

Essa idéia surgiu da vontade de transformar a empresa em algo o mais transparente possível, onde cada funcionário teria acesso ao que acontece nos outros departamentos e o processo que gira em torno de cada atividade.

Com isso o compromisso de cada um seria maior sabendo que a continuação de seu trabalho seria no outro setor e isso aumentaria o seu desempenho.

Cada departamento preparou seu treinamento e apresentamos nossas atividades.

Estive conversando com o Carlos da Hitachi que também trabalha no DP e ele me disse que um treinamento para essa área teria que ser no mínimo de 01 ano, sendo todos os dias. Ou seja, a bagagem é muito grande!

Abaixo você verá um resumo das explicações de minhas funções. Eu mesma elaborei e sei que poderá ajudar nas dúvidas de pessoas que estiverem lendo esse blog.

Boa leitura.

Entrevista de Emprego

A Nova Entrevista de Trabalho.

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Lendo a matéria da revista “você s/a” de junho 2010 destaquei alguns pontos que achei interessante e que precisamos saber ao participar de uma entrevista de emprego.

Agora a tendência é que os entrevistadores querem saber sobre sua vida pessoal.

As empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar e os processos cada vez mais longos. É como eu sempre digo: Não precisa desesperar porque demora mesmo.

Você geralmente faz testes, entrevistas, dinâmicas e depois tem que aguardar por semanas ou até meses por uma resposta, seja positiva ou negativa.

Um ponto importante na hora de se preparar para uma entrevista é buscar informações sobre a cultura da empresa e principalmente mostrar interesse.

Na matéria diz: “As competências pessoais e os valores das pessoas se tornaram determinantes para a contratação. Informações sobre história de vida, visão de mundo, crenças e desejos passaram a fazer parte das entrevistas. A idéia é saber o quanto o perfil do candidato esta alinhado a cultura da empresa.”

O que esta sendo abordado é a felicidade do funcionário e essa felicidade só se torna real quando o funcionário “combina” com a empresa e isso é mensurado através das características do perfil do candidato em relação a cultura da empresa.

As perguntas da entrevista de trabalho giram em torno de como o candidato consegue consiliar vida profissional e pessoal e como é seu relacionamento familiar.

Espero realmente que a preocupação com o funcionário seja constante e verdadeira e não apenas para satisfazer as necessidades da empresa, pois se os gestores conseguirem cada vez mais buscar a felicidade dos funcionários as empresas tem grande chance de crescimento e satisfação do cliente.

Vamos trabalhar para que a tendência da “felicidade” continue e que todos se beneficiem com isso!

Fonte: Revista você s/a de junho 2010.

Liderança

Mudanças de Comportamento.

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O que é mais fácil? Você mudar de comportamento ou fazer com que as pessoas mudem para se adaptar ao seu modo de ser? Em pensamento acho mais fácil começar de dentro! Mas na prática parece ser mais fácil fazer com que as pessoas mudem e você continuar na sua zona de conforto.

Analisando alguns fatos que acontecem na minha vida percebi que não adianta muito querer mudar as outras pessoas, você vai ficar perturbado se não conseguir atingir o objetivo, então o melhor a fazer é apenas mostrar o caminho, mostrar os pontos positivos que as mudanças irão trazer. E o resto é com a pessoa…

A mudança vem de dentro, isso é fato, o que nós, gestores, líderes, chefes, empresários, namorados, é namorados também, podemos fazer é mostrar o caminho, agora muda quem quer!

É fácil analisar as mudanças, perceba no começo dos relacionamentos, como as pessoas se comportam, começo de namoro todo mundo sabe como é, uma maravilha, mas depois de um tempo a gente se pergunta: mas porque ele(a) mudou???

Veja quando um funcionário entra em uma empresa, tenta agradar quem? O chefe, claro. No começo a gente não sabe se o chefe é um bom chefe ou se ele é ruim, então os funcionários ficam na tal zona de conforto, não coloca-se em perigo, boca calada. Mas e depois? Tem aqueles que falam mal por trás e na frente esta tudo bem, mas tem aqueles que não se agüentam e começam a enfrentar o chefe e é claro é mandado embora (conheço casos). É, tem de tudo um pouco.

E o que fazer para acabar com essas oscilações de comportamento do funcionário?

Liderança eficaz!

Lendo uma parte do blog da minha professora Cintia, que vocês já perceberam que sou fã dela… É comentado o seguinte:

John Maxell, aponta quatro fatores que levam as pessoas a desistirem de seus líderes:

1. As pessoas desistem de quem as desvaloriza;
2. As pessoas desistem de quem não é confiável;
3. As pessoas desistem de quem é incompetente;
4. As pessoas desistem de quem é inseguro;

Se os líderes às vezes desistem da gente também temos o direito de desistirmos deles, não temos!?

O meu conselho é, vamos reter pessoas, pessoas de talento, todos têm potencial, basta alguém descobri-lo!

E quem melhor para fazer isso? Nossos líderes!