Artigos Complementares

Máximas da Negociação.

Diante qualquer situação de negociação existem algumas máximas que são consideradas primordiais se você quer atingir bons resultados.
Aqui apoiamos sempre a técnica “ganha-ganha”, onde os dois lados saem satisfeitos de uma negociação.

Essas são as máximas utilizadas no mundo dos negócios:

-Negociar é uma arte;

-Estamos constantemente negociando;

-Bons negociadores desenvolvem Networking;

-Quem não é visto, não é lembrado;

-Bons negociadores formam equipes/são bons líderes;

-Cuidado com a rotina;

-Um bom negociador decide;

-Um bom negociador é bom observador;

-O êxito da negociação depende da sua preparação;

-Saiba ouvir mais do que falar;

-A pressa é inimiga da negociação;

-Bons negociadores formam vínculos;

-Bons negociadores sabem fazer perguntas; (Não dirigidas)

-Bons negociadores desenvolvem a sua audição ativa;

-Contra fatos não há argumentos;

-Nunca de nada de graça;

-O que é combinado não sai caro; (Formalize)

Fonte: Prof. Homero Salvador Amato – Aula de Pós-Graduação em Métodos e Técnicas de Negociação.

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Foco no Objetivo.

Primeiramente gostaria de agradecer a todas as pessoas do Brasil que enviaram e-mails, que me telefonaram, que deixaram comentários dizendo que esse é o melhor blog de RH que já viram! (pausa emocionante).

Mentira! É só para descontrair, nunca ninguém disse isso…

Gostaria (agora de verdade) de dizer que foi um prazer estar nesse um mês junto com pessoas que agregaram valores a minha vida. Em especial a professora querida e muito competente, Luri.

Eu não tinha conhecimento algum sobre o assunto que abordamos durante as aulas e muito menos didática para lecionar (ainda tenho muito que aprender, treinar e ganhar experiência) mas o curso foi muito bem aproveitado.

Parabéns e sucesso à todos que fizeram parte de minha vida nesse último mês, espero voltar a encontra-los.

Administração do Tempo!

Falando sobre as aulas de didática e prática para o ensino superior, nós (os alunos) tivemos que elaborar uma aula ou treinamento/palestra para apresentar em sala de aula.

E hoje eu estava pensando em como trabalhar o estado psicológico em relação a esse assunto.

O que sei, é que não é fácil, e todo mundo sente um pouco de nervosismo ao se apresentar para um grupo. Pelo menos para os iniciantes é assim.

Vou falar por mim… Quando temos conhecimento e experiência sobre um assunto é bem mais fácil mas percebi que preciso ter foco para alcançar meus objetivos, não deixar que meus pensamentos me guiem. Por exemplo, se eu quero lecionar, se meu objetivo é fazer com que as pessoas entendam e compreendam o que eu estou falando e explicando, tenho que concentrar apenas nisso e esquecer os outros fatores, ou pelo menos não me apegar demais em outros fatores, como o tempo!

O tempo em muitas das vezes se torna nosso inimigo, já percebeu como passamos o dia todo falando: não tenho tempo pra isso, não tenho tempo pra aquilo, então, para dar uma aula ou fazer uma apresentação (sendo mais específica) o tempo é um fator fundamental.

Percebi também em minha apresentação, que administrar o tempo não é uma atividade de ficar contando os minutos, mas sim de verificar as prioridades de seu objetivo.

Se você tem pouco tempo, então foque naquilo que irá agregar valor para as pessoas que estão te ouvindo e seja claro e objetivo, não corra com muito conteúdo, senão, nada será aproveitado.

E quem administra o tempo reduz a ansiedade e o stress que é gerado em torno de toda atividade, no qual, parece ser mal aproveitada pelo pouco tempo disponível para se dedicar a ela.

É apenas um comentário sobre o que eu senti…

Enfim, Carpe Diem! E seja mais feliz alcançando seus objetivos, mesmo que o tempo seja curto.

Geração Y

Geração Y

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OBRIGADA,

MARINA GOMES
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Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.

Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

Todos nós temos um pouco dessa geração Y, porém os jovens a aderem com muito mais fervor.  Queremos que as coisas aconteçam rápido, queremos resultados, queremos feedback, queremos ganhar dinheiro, queremos reconhecimento, entre inumeras outras coisas.

Algo bastante comum que venho observando e que faz parte realmente do pessoal mais jovem é a “rebeldia” no trabalho, por incrivel que pareça.

Se eles pularem de um emprego pro outro até conseguirem o que querem, baterem a porta quando não são reconhecidos, enfrentar pessoas, sendo colegas de trabalho ou mesmo os chefes apenas para dar sua opinião, não é de se assustar pois essas atitudes já estão se tornando comum. Mas não quer dizer que são pessoas revoltadas e sim que estão buscando o seu melhor.

São inteiramente ligados a comunicação, seja pelo celular, internet ou qualquer outra ferramenta que venha a surgir.

A auto-realização fala alto para essas pessoas, querem tudo e tudo ao mesmo tempo, fazem de tudo e tudo ao mesmo tempo. Conseguem falar ao telefone, no msn, twitter e ainda acenar para a pessoa que esta passando e é claro “tudo ao mesmo tempo”.

São bem informados, questionadores, são ansiosos e desafiam lideranças.

Com sede de subir na carreira hoje 18% dos jovens já ocupam cargo de gestão. Apreciam o diálogo aberto, escolhem trabalhar nas empresas que estão de acordo com seus valores pessoais.

A  Geração Y  têm uma necessidade muito grande de receber feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Pois esse feedback recente acalma a ansiedade que mora nessas pessoas, pois precisam saber como estão indo e são movidos a elogios.

Respostas como “porque não e porque sim” não funcionam pra eles, querem explicações claras, precisam encontrar sentido nas coisas que estão fazendo e não apenas fazer porque o mandaram. Os gestores têm que oferecer sentido ou acabam perdendo o funcionário ou até ficam com ele, mas o estraga, ele perde a motivação.

São totalmente responsáveis, tanto no trabalho como no pessoal, se preocupam em entregar aquele projeto que ficou de fazer e se preocupam com a namorada que esta em casa doente, e ele vai dar um jeito de resolver as duas coisas. São pessoas alegres, então não se espante se a empresa estiver passando por maus momentos e ele continuar sereno, mas não quer dizer que não esteja preocupado.

Essas pessoas adoram participar de projetos e de estar envolvidos nos assuntos da empresa, terão mais motivação se esses projetos tiverem começo, meio e fim e resultados palpáveis.

Pra eles o salário é para pagar contas, gostam mesmo é de bonificações para que possam gastar com outras coisas fora de seu orçamento.

Não costumam respeitar muito as normas, principalmente normas que são burras e não geram resultado nenhum, querem mesmo é ter liberdade pra fazer as coisas acontecerem. Subordina-se a vínculos e não a cargos, são ótimos profissionais, respeitam a empresa e gostam de ser respeitados.

Vocês devem estar pensando, porque devo ter um desses na minha empresa?

Porque você não tem saída, eles estão por todo lado, e são eles que irão cuidar da sua empresa, do seu país lá na frente. E são pessoas que aprendem e exercem as funções com facilidade e alta performance.

A geração Y está aí e basta você (gestor, líder, empreendedor) que nasceu antes dos anos 80 saber lidar com ela e se beneficiar.

Ótimo FDS!!!